Venho lidando com diversas dificuldades ao longo dos anos para explicar para o meu filho que ele é diferente dos amigos da escola e precisa agir diferente.
É sempre um dilema que tenho que enfrentar ao tentar explicar que ele não pode correr durante 30 minutos jogando futebol com os amigos, na hora da educação física ele é o ajudante do professor, entre outras coisas.
Mas venho superando as dificuldade da melhor forma possível, mostrando para o meu filho que as tarefas e atividades que ele realiza são muito importante e que se não tiver um ajudante o professor ficará sobrecarregado e não poderá ajudar todos os alunos, na hora de jogar futebol, tem muitos amigos para jogar, então ele pode jogar 10 minutos para que todos possam brincar.
Sempre temos que ver as coisas pelo lado bom e tentar incentivar mesmo sabendo que tem grandes obstáculos pelo caminho.
O meu filho é um verdadeiro herói e carrega um distintivo no peito!!
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Boas Vindas!!
Quero em primeiro lugar contar um pouco da minha história.
Aos 19 anos engravidei, uma gravidez bem complicada.
Meu primeiro filho nasceu com problemas cardíacos, e neste momento o meu mundo caiu.
Sem saber ao certo o que realmente o meu filho tinha, procurei me interar.
Mesmo sem muitas respostas, fui liberada do hospital depois de uma avaliação com o cardiologista, que me fez garantir que iria procurar um especialista.
Ai sim começou uma grande jornada a procura de especialistas que realmente poderiam ajudar o meu filho.
Quando encontramos foi muito complicado aceitar que meu filho teria que fazer uma cirurgia para correção da válvula e fechar um mega sopro no coração.
Depois de 6 meses aceitei e meu filho fez a primeira cirurgia.
O fato é que, como vamos lidar e cuidar de um ser tão pequeno que por si só já é muito frágil, imagina com uma cirurgia e de cuidados especiais.
Vamos divulgar para todos da família ou não podemos expor um bebê dessa forma?
Esse e muitos outros questionamentos passavam por minha cabeça como um turbilhão.
Depois de 7 anos convivendo com uma criança maravilhosa estou aqui para compartilhar essa jornada e se puder ajudar com a minha experiência ficarei muita grata.
Porém gostaria de deixar um último comunicado:
Por muitas vezes questionei Deus “por que comigo o que nós tínhamos feito?"
Hoje tenho a resposta: Deus nos confiou à tarefa de cuidar de um anjo.
Abraços!
Roberta de Azevedo
Aos 19 anos engravidei, uma gravidez bem complicada.
Meu primeiro filho nasceu com problemas cardíacos, e neste momento o meu mundo caiu.
Sem saber ao certo o que realmente o meu filho tinha, procurei me interar.
Mesmo sem muitas respostas, fui liberada do hospital depois de uma avaliação com o cardiologista, que me fez garantir que iria procurar um especialista.
Ai sim começou uma grande jornada a procura de especialistas que realmente poderiam ajudar o meu filho.
Quando encontramos foi muito complicado aceitar que meu filho teria que fazer uma cirurgia para correção da válvula e fechar um mega sopro no coração.
Depois de 6 meses aceitei e meu filho fez a primeira cirurgia.
O fato é que, como vamos lidar e cuidar de um ser tão pequeno que por si só já é muito frágil, imagina com uma cirurgia e de cuidados especiais.
Vamos divulgar para todos da família ou não podemos expor um bebê dessa forma?
Esse e muitos outros questionamentos passavam por minha cabeça como um turbilhão.
Depois de 7 anos convivendo com uma criança maravilhosa estou aqui para compartilhar essa jornada e se puder ajudar com a minha experiência ficarei muita grata.
Porém gostaria de deixar um último comunicado:
Por muitas vezes questionei Deus “por que comigo o que nós tínhamos feito?"
Hoje tenho a resposta: Deus nos confiou à tarefa de cuidar de um anjo.
Abraços!
Roberta de Azevedo
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